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Durante audiência
pública realizada no plenário da Câmara dos
Deputados em Brasília, o presidente da Federação
dos Sindicatos dos Servidores Públicos Municipais do Estado
de São Paulo, Aires Ribeiro, que também representou
a Força Sindical, defendeu a regulamentação
da Convenção 151 da Organização Internacional
do Trabalho, formulada pelo GT (Grupo de Trabalho) do MTE composto
pelas Centrais Sindicais – Força Sindical, Nova Central,
UGT, CTB, CGTB e pelo Ministério do Trabalho e Emprego, proposta
que nasceu de amplo debate com a organização sindical
do setor em todo território nacional.
Entre os itens da proposta está a Organização
Sindical no Setor Público, o Afastamento de dirigentes Sindicais,
a Negociação Coletiva, a Aplicação do
Direito de Greve e o Custeio da Organização Sindical.
No pouco tempo de explanação e com a frase: O trabalhador
que não tem representante sindical não tem tranquilidade
para trabalhar, Aires focou a defesa para uma das propostas de regulamentação
da Convenção que é a liberação
de dirigentes sindicais. “Nossa proposta é que seja
garantida a liberação de no mínimo três
dirigentes sindicais sem prejuízo dos vencimentos e que as
entidades possam negociar, respeitando a proporcionalidade da representação
a liberação de outros dirigentes para o trabalho sindical.
A liberação de dirigentes deve contemplar as instancias
de 1º grau – Sindicatos, de 2º grau – Federações
e as Centrais Sindicais”. Afirmou.
Por fim, parabenizou a deputada Fátima Pelaes pela iniciativa
e a coragem de iniciar o debate sobre o importante processo de regulamentação
das normas previstas na Convenção 151.
Importante deixar claro que o Brasil aderiu a Convenção
151 em 1978 e que em 2010 a 151 foi ratificada pelo Congresso Nacional
e que sua regulamentação é ansiosamente aguardada
por milhares de servidores públicos para que se cumpra o
direito efetivo à representação sindical e
à negociação coletiva.
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